G-2
“NO PRINCÍPIO, AO CRIAR DEUS OS CÉUS E A TERRA” Gn. 1.1.
No primeiro versículo, do primeiro capítulo do primeiro livro da
Bíblia, chamado Gênesis em Grego, hebraico, Bereshit e a criação em português,
livro que este foi escrito por Moisés, segundo a revelação do próprio Deus. “Nunca
mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o Senhor
houvesse tratado face a face” Deuteronômio. 34.10.
A nós foi revelada, pela primeira vez No Gn. 1.1 a existência de
um atributo exclusivo de Deus, chamado de ONIPOTÊNCIA, porque ao criar os céus
e a terra Ele, Deus não dependeu da ajuda de ninguém e ou de nada, para
realizar sua obra, pois até então só Deus existia. O que fica confirmado pela
sua ação criadora.
Além do pequeno comentário acima, feito neste trabalho, sobre o
versículo anterior, o já foi fartamente analisado na publicação que antecedeu a
esta, chamada de A BÍBLIA ATRAVÉS DOS TEMPOS. G-1.
Seguimos em frente no mesmo
capítulo para falar do segundo versículo de Gênesis. Gn. 1.2.
"A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre
a face do abismo, e o espírito de Deus pairava por sobre as águas." Gn.
1.2.
No versículo acima, fica evidenciado a existência de mais dois
atributos exclusivos de Deus, que são:
1- A
ONISCIÊNCIA, pois Deus tinha a consciência e conhecimento, que toda a terra
ainda se encontrava sem forma e vazia.
2- A
ONIPRESENÇA, porquanto o espírito de Deus pairava sobre todas as águas que
cobriam indistintamente todo o planeta.
E por causa de tais afirmações concluímos que a ONIPOTÊNCIA,
ONISCIÊNCIA e a ONIPRESENÇA. São atributos que só a Deus pertencem.
Com a finalidade de
reforçar tais assertivas bíblicas escritas por Moisés, no primeiro livro da
Bíblia e que foram narradas a aproximadamente dois mil anos antes do nascimento
de Jesus Cristo, buscamos então a confirmação dos fatos descritos naquela
ocasião, a confirmação foi feita pelos profetas que viveram em Israel, muitos
séculos depois que estas palavras foram escritas naquele documento, que relata
o ato da criação dos céus e da terra feitos exclusivamente por Deus em Gn. 1.1.
Exemplos abaixo do que foi dito por homens inspirados segundo a
vontade de Deus, sobre o que foi escrito no Gn. 1.1:
→ “Eu fiz a terra e criei nela o homem; as minhas mãos estenderam
os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens.” Is. 45.12. Isaías
profeta do antigo testamento.
Este foi Isaias: O Profeta. Isaías (Ieshaiàhu em heb. Yahweh é a
salvação). Filho de Amós, irmão do rei Amazias, primo do rei Uzias e neto do
rei Joás, portanto membro da família Real de Israel, Ele Isaías, profetizou
durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. Foi nesse período,
enquanto profeta em Israel, que ele confirmou os relatos de Moisés contidos no
livro de Gênesis, capítulo um versículo um, na época do seu ministério, Israel
pagava Tributo a Assíria, e no ano de 722. a.C foi a Assíria quem levou as
tribos do reino do norte de Israel, cuja capital era Samaria, para o cativeiro.
Foi esta deportação, mais tarde deu origem à tradição das dez tribos perdidas
de Israel. Pois no lugar dos Israelitas que foram levados cativos para a
Assíria, colocaram povos, que faziam parte do reino da Assíria em Samaria
território ao norte de Israel.
→ “O Senhor fez a terra pelo seu poder; estabeleceu o mundo por
sua sabedoria e com inteligência estendeu os céus.” Jeremias profeta do antigo
testamento. Jr.10.12.
O profeta Jeremias (Irmiáhu em heb. Yahweh exalta). Filho de
Hilquias era um dos sacerdotes que estavam em Anatote cidade do território da
tribo de Benjamim. Jeremias começou a profetizar ainda Criança: “Então disse
eu: Ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança”.
Jr.1.6. E então veio a resposta de Deus logo em seguida: “Mas o Senhor me
disse: Não digas: Não passo de uma criança; porque a todos a quem eu te enviar
irás; e tudo que eu mandar falarás” Jr.1.7. O ministério de Jeremias cobre um
período de aproximadamente quarenta anos durante os reinados de: Josias,
Jeoacaz, Jeoaqim (Eliaquim), Joaquim e Zedequias. O início do seu ministério
aconteceu no décimo terceiro ano do reinado de Josias (626 a.C até a queda de
Jerusalém, em 587). a.C. findou nessa ocasião o reino de Judá ou reino do sul.
→ “Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a
existir.” Sl. 33.9. Os salmos foram
escritos no ano 1042. a.C, e então, da época que Moisés começou a escrever a
bíblia até os Salmos passaram-se aproximadamente, mil e duzentos anos.
→ “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele
Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas.” At.17.24. Dos Salmos até Atos
passaram-se oitocentos e trinta e três anos. O ato dos apóstolos, no Novo
testamento começou a ser escrito no ano, 29 d.C. desde a ascensão de Cristo até
o início do ministério de Paulo em Roma. Nos anos 63 d.C.
→ “Pela fé, entendemos que o universo foi formado pela palavra de
Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.” Hb. 11.3. A carta aos Hebreus foi
escrita no ano 64 d.C. Ou 31 anos após a morte de Jesus. Então do inicio dos
escritos de Moisés até hoje lá se vão mais de Quatro mil anos.
Já no segundo versículo a Bíblia informa situação que a terra se
encontrava logo ao ser criada, havia apenas agua e escuridão ela fala também,
na presença de Deus em Espírito, declarando que seu espírito pairava sobre as
aguas, em nosso entendimento sabemos que o núcleo da terra ainda hoje permanece
com uma temperatura altíssima, nesse caso havia necessidade que a terra fosse
coberta de agua, para sua refrigeração, até que ela, a terra, ficasse em
condições de ser usada na continuação do projeto para a sua ocupação, em
conformidade com o plano de Deus.
Dando sequência ao processo da criação, passamos para o terceiro
versículo que diz o seguinte:
"Disse Deus: haja luz; e houve luz." Gn. 1.3.
Esta é então a primeira referência da luz no processo da criação,
a mesma luz que mais tarde levaria o nome de Sol, esta fonte de luz
extraordinária, imprescindível para a existência e desenvolvimento de todo e
qualquer tipo de vida em nosso planeta.
“E viu Deus que a luz era Boa; e fez a separação entre a luz e as
trevas”. Gn. 1.4.
“Chamou Deus a luz de dia e
ás trevas, noite. Houve Tarde e Manhã, o primeiro dia”. Gn. 1.5.
Assim foram concluídas as três etapas que formaram um dia, manhã,
tarde e noite, ou seja, um dia completo, portanto estavam prontas as condições
para os próximos passos para á sequencia no processo da criação.
“E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre
águas e águas”. Gn. 1.6
As águas já existiam conforme Gn. 1.2. É o que entendemos, pois no
versículo 6, Deus criou um firmamento a abóbada celeste na qual atua a lei da
gravidade, pois as água dos mares, dos rios e das fontes subterrâneas estavam
no local determinado por ele, então Deus elevou águas acima da terra
transformando-as em nuvens, daí provem as origens das chuvas.
“Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo
do firmamento e as águas sobre o firmamento e assim fez.” Gn. 1.7 De acordo com
as informações acima.
“E chamou Deus ao firmamento de céus”. Houve tarde e manhã, o
segundo dia. Gn. 1.8
“Disse também Deus: Ajuntem-se as águas num só lugar e apareça a
porção seca”. E assim se fez. Gn. 1.9
Continuando no primeiro capítulo de Gênesis, no seu versículo
nono; Deus prepara então as condições para a próxima etapa, tratou-se da
aparição de uma porção da terra seca propriamente dita, pronta para ser usada
por Deus na continuação da sua obra.
“A porção seca chamou Deus terra e ao ajuntamento das águas,
mares. E viu Deus que isso era bom.” Gn. 1.10
No versículo dez, Deus faz a separação somente entre as águas de
baixo do firmamento, intercalando entre essas águas as porções de terra seca
das quais se originaram as ilhas e continentes.
“E disse: Produza a terra relva, ervas que deem semente arvores
frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele,
sobre a terra. E assim se fez.” Gn. 1.11
Neste ato, Deus cria através do seu poder a relva e as ervas
classificadas segundo a sua espécie com as respectivas sementes, e as árvores
frutíferas para produzir seus frutos conforme o seu grupo, para tanto essas
árvores, e os outros vegetais já continham em si as suas próprias sementes,
para perpetuarem as suas reproduções.
“A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente conforme a
sua espécie e arvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua
espécie. E viu Deus que isso era bom.” Gn. 1.12
É muito importante perceber a diferença entre o versículo 11 Onde,
Deus diz para que a terra produza a relva, ervas e arvorem frutíferas, em
conformidade com a sua espécie. E no versículo 12, a sua ordem foi cumprida de
imediato. Pois diz a terra produziu. “Houve tarde e manhã, o terceiro dia” Gn.
1.13 Conforme a revelação da Bíblia, na criação dos céus e da terra até a
produção da relva, ervas e arvores já havia transcorrido três dias. E passava
então Deus para a criação detalhada na ocupação do firmamento superior, ou
espaço sideral, pois no firmamento inferior estavam as nuvens, ou seja, no
espaço onde atua a lei da gravidade.
“E disse Deus: Haja luminares no firmamento dos céus, para fazer
separação entre o dia e a noite, e sejam eles para sinais e para as estações, e
para dias e anos.” Gn. 1.14
No versículo 14 a Bíblia informa a criação
dos dois principais astros, que certamente irão influenciar todas as atividades
na terra, além da separação entre o dia e a noite que é fundamental para a
faina humana, servem também para a contagem dos dias, meses e anos,
posteriormente estes conhecimentos adquiridos pelo ser humano através das
observações destes dois luminares, foram fundamentais para a formação dos
calendários, sendo que, através da contagem dos meses seriam conhecidas às
estações de cada ano, e Deus continuou a informar outra serventia para os
luzeiros ora criados. “E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para
alumiar a terra. E assim se fez.” Gn. 1.15. Além da separação entre o dia e a
noite para determinar as estações dias e anos, servem também para iluminar a
terra, “Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o
menor para governar a noite; e fez também as estrelas.” Gn. 1.16. Neste momento
Deus incorpora entre as suas criações as estrelas, serviriam mais tarde antes
do invento de instrumentos, para a orientação dos homens nos seus
deslocamentos. E reafirma a suas múltiplas utilidades entre outras servem para
iluminar a terra. “E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra.”
Gn. 1.17 E continua a Bíblia no próximo versículo a reafirmar as suas
serventias, e considerar estes feitos como bom. “Para governarem o dia e a
noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era
bom.” Gn. 1.18 Até aqui suas criações atingem o quarto dia segundo o versículo
seguinte. “Houve tarde e manhã, o quarto dia.” Gn. 1.19 Após o quarto dia já
estavam postas as condições para povoar os mares, lagos e rios, bem como também
os céus, havia a luz do sol, para o desenvolvimento dos vegetais, arvores,
relva e ervas que servem de alimentos para as aves, plâncton, Krill, algas e
outras formas de vida que fazem parte da cadeia alimentar dos seres criados
para povoar os mares, rios e lagos. “Disse também Deus: Povoem-se as águas de
enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos
céus” Gn. 1.20 Criou então Deus às criaturas que habitam nas águas, as aves as
quais ele definiu o espaço para elas voarem, (sob o firmamento dos céus) “Criou,
pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam,
os quais povoavam as águas, segundo suas espécies; e todas as aves, segundo as
suas espécies; E viu Deus que isso era bom” Gn. 1. 21 Aqui Deus especifica a
criação de duas novas espécies, que são os grandes animais marinhos, e entre
eles encontram-se os mamíferos, e os animais que rastejam os répteis anfíbios. “E
Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos multiplicai-vos e enchei as águas dos
mares; e, na terra se multipliquem as aves. “Gn”. 1.22 Aqui Deus não só os abençoou,
mas também autorizou a sua multiplicação para que povoassem os mares as aves se
multiplicassem na terra. Até aqui as obras da criação feitas por Deus chegam ao
quinto dia.” Houve tarde e manhã, o quinto dia”. Gn. 1.23 Após povoar os mares
rios e lagos, Deus iniciou o processo da criação dos seres que irão povoar a
terra.” Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua
espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua
espécie. E assim se fez. ”Gn. 1.24. Entra então a criação em uma nova etapa, cada
animal classificado segundo a sua própria espécie, conforme o versículo a
seguir.” E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua a sua espécie, e os
animais domésticos, conforme a sua espécie e todos os répteis da terra,
conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.” Gn. 1.25 Neste versículo
Deus conclui finalmente a ocupação dos mares, rios e lagos, da terra com as
aves, com répteis, animais domésticos e animais selvagens faltando apenas à
criação dos seres humanos que veremos em seguida. “Também disse Deus: Façamos o
homem á nossa imagem; conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os
peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda
a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra”. Gn. 1.26 Ao tomar
ciência deste versículo, é de fundamental importância que seja feita algumas
observações:
Ao criar o homem, Deus fala
no plural usa o termo (façamos) O nome de Deus usado na criação do homem não é
Javé, Jeová, Yahweh ou o Senhor, como em outras passagens, mas aqui. Eloim, que
a grosso modo significa deuses, é como se nós falássemos de uma tropa, que é
singular, mas que e composta por várias pessoas, muitos estudiosos defendem que
ao falar “façamos” indica que ali naquele momento, estava presente Jesus. “Este
é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;” Cl. 1.15 “Ele é
antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste” Cl. 1.17 e também, vemos a
importância do homem no desenrolar da criação, pois foi o único ser, que para
cuja criação, não foram usadas as frases: criou Deus, Produza a terra ou haja
algo, e assim por diante, mas usou uma frase especial “Façamos o Homem”. E Deus
coloca sob o domínio do homem todas as suas criações.
No versículo seguinte reforça que o homem foi criado á sua imagem,
Deus apresenta também a criação da mulher, “Criou Deus, pois, o homem a sua
imagem, á imagem de Deus o criou; homem e a mulher os criou.” Gn. 1.27. Em
seguida Deus os abençoou mandou que se multiplicassem e ratificou o domínio do
homem sobre todas as outras criações. “Deus os abençoou e lhes disse: sede
fecundos multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes
do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.” Gn.
1.28 Completa Deus toda a sua obra da criação definindo o que servirá de
mantimento para o ser humano. “E disse Deus: eis que vos tenho dado todas às
ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as
arvores em que há fruto que dê semente; isso lhes será para mantimento. E assim
se fez.” Gn, 1.29,
Por fim Deus volta a
afirmar que tudo o que ele fez é muito bom, e todas as suas obras foram
concluídas em seis dias. “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito
bom”. Houve tarde e manhã o sexto dia.
Portanto Deus dá como concluída parte das suas obras e que
atendiam o seu propósito no momento e eram consideradas por ELE como muito
boas.
Este trabalho é parte dos cinco livros que Moisés escreveu quando
lhes foi revelado por Deus é, porém apenas parte da obra de criação, que vai da
formação dos céus e da terra, até a formação do Homem e da mulher, cuja criação
foi à coroação de toda a sua obra, queremos ainda informar que se trata de um
trabalho de cunho eminentemente espiritual, e que ninguém conseguirá encontrar
respostas: na filosofia, na história ou na ciência a, em assim sendo, a única
forma para o seu discernimento será através do Espirito.” Mas Deus no-lo
revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo
as profundezas de Deus.” 1 Coríntios. Capítulo 2. Versículo 10. Em seguida
vejamos o outro versículo escrito para a mesma Igreja. “Ora o homem natural não
aceita as coisas de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entende-las,
porque elas se discernem espiritualmente”.
Os versículos acima foram escritos pelo apostolo Paulo aos membros
da Igreja da cidade de Coríntio. Capital da província romana de Acáia, pois
esta Igreja foi fundada pelo próprio Paulo, e a sua carta tinha a finalidade de
corrigir os erros dos seus membros encontrados por Paulo em sua passagem por
esta cidade.
Referências:
ALMEIDA, João Ferreira de (tradutor). Bíblia Sagrada.
Antigo e novo Testamento. Sociedade Bíblica do Brasil.
BENTES João (tradutor). O novo dicionário da
Bíblia. Edições Vida Nova
BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. Casa
publicadora das Assembleias de Deus. Rio de Janeiro
DOUGLAS. J.D. (Organizador). O Novo dicionário da Bíblia. Ed.
Edições vida nova. 1995. São Paulo.
FERNANDES, Francisco. LUFT, Pedro e GUIMARÃES, F. Marques Celso.
Dicionário Brasileiro Globo. Ed. Globo. 2003. São Paulo
GORODOVITS, David e FRIDLIN, Jairo. Bíblia Hebraica. Ed. E
Livraria Sêfer Ltda.2006. São Paulo.
*O presente artigo não tem qualquer pretensão
acadêmica, mas tão somente de levar as pessoas, a conhecer as maravilhas que
serão encontradas, somente na Bíblia Sagrada, cuja palavra tem o poder de alterar
para melhor, o rumo da sua vida.
Texto, produção do Pr. e Teólogo José
Francisco Aranha.
Presidente da Associação de Ministros do
Evangelho do Maranhão. AME
Membro do Conselho Nacional dos Teologos
Email.pastoraranha@hotmail.com
Facebook: franciscoaranha
Blog: francisco-aranha. blogspot.com.br
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